segunda-feira, 16 de março de 2009

Aprendizado de idiomas é acessível a todas as idades


Com as novas tendências da economia internacional, o domínio de outros idiomas tornou-se fator decisivo no mundo dos negócios. Comunicar-se verbalmente e por escrito com acionistas, clientes, fornecedores, parceiros, superiores e subordinados de forma eficaz tornaram-se atributos indispensáveis para o mercado de trabalho. Logo, o domínio de outro idioma passa a ser uma variável determinante na avaliação de “quanto vale” um profissional.
Uma pesquisa com 120 mil profissionais, realizada pela Catho Online em 2006, constatou que diretores de empresas que falam e escrevem fluentemente o inglês e o espanhol recebem em média salários 68% acima daqueles que não têm domínio algum de ambas as línguas.
Hoje, existem empresas que estimulam seus profissionais a aprenderem outro idioma, pagando até 80% do valor de suas mensalidades. Um exemplo deste método é a empresa Gessy Lever, que proporciona cursos de inglês e espanhol voltado exclusivamente para pessoas que atuam na área de informática.
Segundo o professor Gerson Pires, conhecido no Unasp por ser um apreciador das diversas línguas, não é preciso se deslocar a outro país para aprender um idioma. Ele comenta que atualmente a tecnologia oferece vários meios para que o estudante mantenha contato contínuo com a língua que deseja aprender, através de filmes, músicas, livros, etc. ”Para que ir a outro país a fim de manter contato com a língua se aqui temos todos os meios disponíveis para isso?”, questiona o professor.
Gerson afirma que o ensino de línguas tem sido aplicado de forma errada. Para ele, é necessário que o adulto, ao estudar uma nova língua, siga o modelo de aprendizado de uma criança. “Primeiro, se deve ouvir a pronúncia bastante clara diversas vezes para então repetir. E por fim, escrever”, lembra.
Em cada língua, as palavras possuem um significado comum e secundário. Quando uma palavra é analisada, surge na mente uma porção de idéias sobre ela. Portanto, conhecer a origem da palavra e o seu significado levará o aprendiz a ter um conhecimento mais amplo do idioma.
O professor do Instituto de Línguas do Unasp, Paulo Braz, esclarece que qualquer indivíduo pode aprender outro idioma. Porém, ressalta que na infância a facilidade para aprender é muito maior. Isso se deriva de um dispositivo na mente dos pequenos que trabalha com a parte lingüística. Tal dispositivo faz com que eles aprendam inclusive o sotaque da língua, privilégio que, por sua vez, os adultos não têm.
Cleberson Neves, também professor do Instituto de Línguas, diz que tal facilidade é chamada de período de aquisição que, prova que quanto mais jovem se inicia o aprendizado de outra língua, melhor será a pronúncia. No Unasp, campus Engenheiro Coelho, o público que mais se interessa em aprender outros idiomas são os universitários e adolescentes. Para estes, recomenda-se que estudem pelo menos meia hora por dia, caso contrário não conseguirão obter resultados.
Na infância, o professor Braz explica ser recomendável o aprendizado de no máximo três a quatro idiomas, pois uma quantidade maior pode tornar-se prejudicial. Contudo, o professor Píres diz que isso depende da capacidade de cada criança.
Outro fator que beneficia no aprendizado de outros idiomas é estudar seguindo uma seqüência lógica, como por exemplo, aprender as línguas da família neolatina, como o português, espanhol, italiano, francês. Já o inglês e o alemão, embora tenham pronúncias bem diferentes, pertencem a uma mesma família, chamada anglo-germânica. “Se você conhecer essas famílias e seguir essa lógica, terá mais facilidade”, destaca Gerson.
Waldirene Barbosa e Willian Vieira
http://abjnoticias.com/2008/09/02/aprendizado-de-idiomas-e-acessivel-a-todas-as-idades/

sexta-feira, 13 de março de 2009

Matéria da Revista Veja sobre a corrida pelo domínio do segundo idioma


A corrida pelo domínio da segunda língua

Na maioria das profissões, o domínio de um idioma estrangeiro sempre contou pontos no currículo. Antigamente, nas empresas, eram poucos os funcionários que dispunham dessa vantagem, e a eles recorriam os colegas quando precisavam traduzir uma palavra ou um texto. Esse mundo, evidentemente, ficou para trás. Falar outra língua, principalmente o inglês, tornou-se uma obrigação para quem pretende subir na vida. A novidade é que já não basta falar o idioma. A exigência nos bons empregos, agora, é que se tenha fluência ao usá-lo para conversar. Tropeçar nas palavras, gaguejar em busca da expressão correta, exibir um sotaque incompreensível – tudo isso faz parte de um tempo romântico em que era divertido falar "portunhol" com os argentinos e os americanos achavam pitoresco o esforço dos brasileiros para negociar no idioma de Shakespeare. A corrida em busca da fluência em outra língua pode ser medida pela quantidade de brasileiros que viajam para o exterior com o fim específico de estudá-la. Segundo dados da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), associação que reúne as principais instituições que trabalham com cursos, estágios e intercâmbio em outros países, 120 000 brasileiros viajaram com esse objetivo em 2008, contra 86 000 em 2007 e 71 000 em 2006.
O texto na íntegra você confere no link:
http://veja.abril.com.br/040309/p_096.shtml

sexta-feira, 6 de março de 2009

A IMPORTÂNCIA DE UM SEGUNDO IDIOMA

"Em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado, dominar um segundo idioma deixou de ser um diferencial para se transformar em uma condição de sobrevivência. O executivo moderno deve ter plena consciência de que precisa investir no seu aprimoramento tanto profissional quanto pessoal e compreender que a responsabilidade deste crescimento é de cada um. A qualidade do seu futuro depende da qualidade das sementes que plantar todos os dias da sua vida. Todo executivo deve ter em mente que possuir a fluência na língua inglesa é tão importante que se tornou um pré-requisito à ascensão profissional e, com certeza, o maior beneficiado é o próprio profissional. Isso não é mais uma exigência das empresas, mas sim do mercado de trabalho... E por conhecerem a fundo esta dificuldade por parte dos executivos, muitas empresas já contam com um convênio com escolas de idiomas, pois sabem que seus funcionários às vezes não têm fluência em inglês mas suas qualificações são excelentes e seu perfil corresponde às expectativas da companhia. As empresas que estão procurando uma escola de idiomas para realizarem convênio devem prestar atenção em alguns pontos. Deve ser um estabelecimento que tem credibilidade no mercado, que passe confiança de que os objetivos propostos quanto ao aprendizado do funcionário sejam alcançados, que ofereça um contato direto e fácil entre os coordenadores da escola e a empresa a fim de avaliarem o andamento do aprendizado e que disponibilize relatórios freqüentes e completos para que a companhia acompanhe o desenvolvimento do funcionário. Para os executivos que trabalham em empresas que mantêm convênio com escola de idiomas, é fundamental aproveitar ao máximo este benefício, pois ele cresce profissionalmente no mercado e a empresa conta com um executivo de nível desejado, além de ver um retorno certo do investimento feito em seus funcionários. Ao estabelecerem um convênio com uma escola conceituada, as empresas têm a garantia de que os acordos realizados no fechamento do contrato serão cumpridos. Além disso, por meio do envio sistemático de relatórios, as companhias poderão acompanhar, avaliar e monitorar a evolução de seus funcionários. As companhias ainda podem contar com uma prestação de serviço de assessoria, que realiza um teste de diagnóstico aplicado tanto nos funcionários indicados para serem novos alunos da escola como em toda a organização ..."


Para ler este texto na íntegra, por favor acesse este link: http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=3894

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Entrevista de emprego em outro idioma - Jornal O Globo

Don't worry!
Entrevista de emprego em outro idioma não é bicho de sete cabeças
Publicada em 17/01/2008 às 09h10m
Ione Luques - O Globo Online


RIO - Muitas etapas são cumpridas antes da notícia tão esperada da conquista de um emprego. Uma das que trazem mais apreensão entre os candidatos a uma vaga é, certamente, a entrevista. Já não bastasse o nervosismo que desperta normalmente, a ansiedade aumenta quando esta terá que ser feita em outro idioma, como em inglês, por exemplo, o que se torna cada vez mais comum em um mundo globalizado.

" Apesar da onda do mandarim, o idioma da globalização é o inglês "

Nada de pânico! Profissionais de escolas de idiomas garantem que não é preciso ter experiência internacional ou ter passado dez anos estudando inglês, espanhol ou qualquer outra língua para se sair bem em uma entrevista deste tipo. O fundamental é o candidato conhecer o vocabulário da área onde atua ou pretende atuar e estar preparado para responder questões relativas a sua vida pessoal e profissional, já que as mesmas perguntas que seriam feitas em português, serão feitas em outro idioma.

Algumas escolas de idiomas oferecem turmas específicas para quem vai encarar uma entrevista, necessita de noções básicas para uma nova experiência profissional ou viagem de trabalho ou outras situações semelhantes. Segundo o diretor da unidade de Campo Grande do Yázigi, que oferece aulas direcionadas para quem vai fazer uma entrevista nesses moldes, as aulas servem para proporcionar segurança ao candidato.

" Treinar o idioma é obrigatório "

- Nessa circunstância, treinar o idioma é obrigatório. E é justamente isso que os nossos professores fazem: um treinamento intensivo, que se ajusta à necessidade do aluno - diz, enfatizando que o objetivo maior é capacitar as pessoas para enfrentar qualquer tipo de situação, inclusive entrevistas de empregos em outros idiomas.

Segundo idioma vira pré-requisito

Os profissionais ouvidos pelo Globo Online enfatizam que, para o profissional contemporâneo, com ambições de ascensão na carreira, o inglês já não é mais um diferencial, mas sim um pré-requisito, uma necessidade primordial. Embora outras línguas venham ganhando espaço, o inglês continua sendo o mais utilizado no mundo corporativo.

- Apesar da onda do mandarim, o idioma da globalização é o inglês. Se estiverem em uma reunião de negócios um holandês, um indiano, um chinês, um japonês e um brasileiro, o idioma global é o inglês - afirma Lígia Pereira, Gerente de Negócios do Departamento de Certificações Internacionais do curso CNA.

Já Rogério Gama, diretor de Marketing do CCAA, enfatiza que um terceiro idioma no currículo pode fazer a diferença na disputa por uma vaga no mercado de trabalho.

Opções

Mas, segundo Lígia Pereira, os alunos que optarem pelo curso regular estarão aptos a passar por esta situação, com segurança, no início do nível avançando. Ou seja, alunos que tiveram no mínimo 300 horas de exposição ao idioma podem encarar uma entrevista com traquilidade.
Já o CCAA estimula seus franqueados a oferecerem o curso English for Professionals in General (inglês para profissionais em geral), que, ao longo de cinco módulos, aborda o vocabulário e as situações do mundo dos negócios.

- Consideramos este curso ideal para quem vai fazer entrevistas de emprego em inglês. As turmas funcionam de acordo com a vontade, tempo e disponibilidade financeira do aluno, podendo até haver aulas individuais. Há também a opção do curso Adult Course, que é apropriado para adultos e jovens - afirma Rogério Gama.

Como agir

Na hora da entrevista, todos os entrevistados foram unânimes: o principal é manter a calma e não mentir, tentar enganar o entrevistador.

" Não existe milagre. Não adianta ir para uma entrevista sem ter conhecimento suficiente do idioma e tentar enrolar "

- Não existe milagre. Não adianta ir para uma entrevista sem ter conhecimento suficiente do idioma e tentar enrolar. Isso acaba prejudicando a imagem do candidato, inclusive para outras oportunidades que a empresa possa oferecer - diz Lígia.

Segundo ela, o melhor caminho é procurar um curso para realmente ter o conhecimento e desenvoltura necessários para dar segurança ao candidato. Além disso, é importante manter-se em constante contato com o idioma, através de leitura de jornais, revistas, sites e chats .

CCAA
Cursos de inglês e espanhol
Atua há 47 anos no mercado
Mais informações pelo site
http://www.ccaa.com.br/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A arte de construir o aprendizado de um idioma

*Por Margarete Pavan

Aprender uma língua estrangeira requer algum tempo. Não adianta iniciar um curso desejando atingir uma meta em alguns meses, porque a
aprendizagem de um idioma ocorre em estágios e, somente com o tempo, podemos adquirir o conhecimento necessário para que a comunicação aconteça de forma completa e confiável.

Existem meios para tornar o aprendizado um pouco mais rápido. Em um primeiro momento, é necessário ter consciência de que o tempo de aprendizagem difere de pessoa para pessoa. Estudos lingüísticos mostram que cada um de nós apresenta particularidades na forma de aprender o conteúdo que nos é passado. Nesse sentido, devemos estar alertas para perceber quais são nossos canais mais abertos e as formas mais agradáveis de absorver o aprendizado de forma mais intensiva e, até mesmo, prazerosa.

No mundo moderno e globalizado, o acesso a outros idiomas é mais fácil e até involuntário. Estamos expostos a diversas línguas, em várias situações de nosso cotidiano. Desta forma, é importante
aproveitar ao máximo a viabilidade de encontrar outros meios, extracurriculares, de fazer com que o idioma possa ser apreendido.

Fonte:
http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=6876

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009


IMPORTÂNCIA DO IDIOMA NA VIDA PROFISSIONAL

O crescimento do desemprego intelectual é uma das grandes preocupações dos profissionais graduados. A fluência no inglês não é mais um diferencial - é um requisito essencial, exigido pela maioria das grandes empresas. "Hoje, a fluência em inglês é fundamental para qualquer profissão", afirma Rosana Attini Palmieri.

E será que o espanhol, idioma bastante exigido atualmente, já é considerado o terceiro idioma "obrigatório" no currículo?

"Para a empregabilidade, é uma condição sine qua non. A pessoa que souber outra língua tem pontos a mais, mesmo que ainda exista a preferência pelo inglês", defende Rosana. "Desde o surgimento do Mercosul, em 1991, a demanda pelo espanhol aumentou muito", reforça.

A diretora comercial da Seven Idiomas, Adriana Albertal, complementa dizendo que houve uma queda na procura pelo espanhol nos últimos três anos, em função do desaquecimento do mercado latino-americano. "Mas acredito que teremos um reaquecimento das trocas econômicas", opina.

Maria Isabel Serra Zamora Damasceno, concorda. "Está sendo bastante exigido. Ainda não é obrigatório, mas daqui a um tempo poderá ser".


Fonte:
http://www.innovationonline.com.br/noticias.asp?cod_noticia=8